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Ora, o construtor de automações com IA da Celigo, sai da fase beta e chega à disponibilidade geral

2026-11-04 · Fonte:SiliconANGLE p4

Ora, o construtor de automações com IA da Celigo, sai da fase beta e chega à disponibilidade geral

A Ora, da Celigo, uma interface virada para a IA que serve para construir e diagnosticar automações empresariais, atinge a disponibilidade geral após uma beta que processou quase um quarto de milhão de mensagens.

A Celigo Inc. retirou o seu construtor de automações Ora da fase beta e passou a disponibilizá-lo em disponibilidade geral. A Ora funciona como a interface através da qual os utilizadores constroem automações e resolvem falhas na plataforma da Celigo, que a empresa apresenta como um sistema inteligente de automação empresarial concebido em torno da inteligência artificial. A ferramenta chegou pela primeira vez aos primeiros utilizadores no final de março, quando o período beta abriu.

Essa fase beta gerou um sinal concreto de utilização: quase um quarto de milhão de mensagens atravessou a Ora entre a sua estreia no final de março e o anúncio da disponibilidade geral. A Celigo apresenta esse volume como alicerce para o seu objetivo mais amplo — permitir que utilizadores com menos competências técnicas ponham a inteligência artificial ao trabalho. Para um produto que até agora esteve atrás de um acesso beta, a contagem de mensagens constitui o marcador quantitativo mais claro associado à fase de testes.

O âmbito da Ora cobre tanto a criação como a reparação. É aí que as automações são montadas e onde os utilizadores lhes resolvem os problemas quando algo falha. A Celigo descreve a sua plataforma como um sistema inteligente de automação empresarial construído para a inteligência artificial, cabendo à Ora o papel de principal ponto de interação. A ênfase nos utilizadores com menos competências técnicas sinaliza a intenção de ir além dos quadros de engenharia, alcançando operadores de negócio que precisam de automações a funcionar mas não possuem formação técnica aprofundada.

A disponibilidade geral converte a Ora de um teste controlado num produto amplamente distribuído, e o volume de mensagens da beta dá à Celigo uma base de referência inicial à medida que o seu público se alarga. A empresa ancorou a sua narrativa de IA na ideia de que a construção de automações não deve ficar confinada aos que dominam a técnica. O número de um quarto de milhão serve agora como referência face à qual o envolvimento pós-beta da Ora será medido, e manter uma atividade ao nível da beta fora de um grupo restrito é o teste que se avizinha.

Tags: Celigo · Ora · Enterprise Automation · AI Automation · General Availability


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